A conduta de policiais militares durante a abordagem a uma festa na última sexta-feira (1º) será investigada pela Corregedoria da instituição em Criciúma. Durante a ocorrência por perturbação de sossego, quatro pessoas da mesma família foram feridas por balas de borracha. As vítimas relatam que houve racismo na ação.

A agente de saúde Daiane Damázio Leonor, uma das pessoas feridas, disse que os agentes “falavam coisas absurdas”. A PM nega racismo e afirma que respeitou o protocolo de uso progressivo da força.

Leonor relata que os convidados comemoravam o aniversário da irmã dela, que chegou em casa da faculdade por volta das 22h. A PM chegou ao local aproximadamente cerca de uma hora depois, alegando ter recebido denúncias de vizinhos por som alto.