A ação foi apresentada na Suprema Corte do Condado de Nova York por um homem que optou por manter sua identidade em sigilo, alegando ter recebido ameaças.
De acordo com o processo, Hajdini teria feito avanços sexuais constantes e indesejados, além de comentários de cunho sexual e racial.
O relato inclui episódios em que a executiva teria ameaçado prejudicar seu crescimento profissional caso ele não cedesse.
O autor também alega ter sido dopado em diversas ocasiões com substâncias conhecidas como “drogas do estupro”, o que agravaria a gravidade das acusações.
Além disso, o processo menciona invasões de privacidade, como visitas não autorizadas à sua residência, acompanhadas de insultos raciais direcionados a ele e à sua esposa.
O banco também foi citado na ação. O autor acusa a instituição de ignorar denúncias internas e, posteriormente, retaliar após ele formalizar a queixa.
Em resposta, o JPMorgan Chase declarou ter conduzido uma investigação interna e afirmou não ter encontrado evidências que sustentem as acusações. Hajdini não se pronunciou publicamente. (Com informações NOTJornal)






