Um dos envolvidos no crime ocorrido em 2013 acabou absolvido pela Justiça
Terminou nos primeiros minutos da madrugada de quarta-feira, 1º de novembro, o júri popular de Mayke Augusto dos Santos e Jilio Lenonn Vieiro.
Os dois foram denunciados pela tentativa de homicídio de Kauê de Aquino Marafiotti e pelo assassinato de Guilherme Felipe de Borba, 17 anos. O crime ocorreu em 2013, em Balneário Piçarras.
Mayke foi sentenciado a mais de 18 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado, enquanto Jilio foi absolvido pelo conselho de sentença, decisão que revoltou a mãe da vítima.
Em conversa por telefone com a reportagem do Oiscnotícias, a mãe do jovem assassinado, Ediléia Moraes, questionou a decisão judicial ao absolver um dos criminosos que teria “mentido” no depoimento, mas teria envolvimento direto na morte do garoto.
“Como mãe, fiquei arrasada. A filmagem do crime desapareceu, fora um monte de mentiras contadas pelos criminosos. Foi um júri longo, nossa família passou mal e gritamos exigindo justiça, mas nada adiantou”, contou Léia.
A vítima, na época dos fatos, tinha 17 anos, era filho de Mauri Carlito Borba. Nas duas primeiras fileiras do Tribunal do Júri do Fórum de Balneário Piçarras, familiares acompanharam as mais de 15 horas de julgamento.
Eles vestiam camisetas brancas, estampando a foto de Guilherme e a frase: Justiça, todos por você. (Rede Mar Azul com informações do Jornal do Comércio).






