O episódio envolveu a advogada e ex-candidata a vereadora pelo Progressistas de Penha, Cleide Melo, o servidor público André Teodoro, familiares de outros pacientes e pessoas que aguardavam na fila, transformando o local em cenário de confusão e tensão, com relatos de agressões verbais e intervenção de seguranças
Uma tentativa de conseguir atendimento prioritário acabou em gritaria, troca de acusações e ameaça de processo dentro do Pronto Atendimento (PA).
O episódio envolveu a advogada e ex-candidata a vereadora pelo Progressistas de Penha, Cleide Melo, o servidor público André Teodoro, familiares de outros pacientes e pessoas que aguardavam na fila, transformando o local em cenário de confusão e tensão, com relatos de agressões verbais e intervenção de seguranças.
Uma confusão registrada no Pronto Atendimento (PA) chamou a atenção de quem estava no local após um desentendimento envolvendo a suposta tentativa de passar à frente na fila.
Segundo relatos de testemunhas, Dra. Cleide Melo teria tentado obter atendimento antes das demais pessoas, o que gerou reação imediata de outros usuários, entre eles familiares de uma paciente identificada como Beia.
De acordo com pessoas que presenciaram a cena, o clima esquentou rapidamente. Houve troca de palavras duras, vozes exaltadas e olhares atravessados, até que a situação virou um verdadeiro bate-boca no ambiente de espera. Apesar da confusão, a fila seguiu normalmente.
O outro lado
Já na versão apresentada por Dra. Cleide, a situação teria sido diferente. Ela afirma que não tentou furar a fila, mas buscou atendimento prioritário para o filho, que teria sido mordido por um animal enquanto realizava uma entrega.
Segundo ela, o rapaz é diabético e possui neuropatia diabética, o que teria causado preocupação com a demora na triagem.
Cleide afirma que o jovem aguardava cerca de 25 minutos para passar pela classificação de risco quando ela procurou a atendente para explicar o quadro clínico. A profissional teria informado que não poderia realizar a priorização naquele momento.
Ainda segundo a advogada, um segurança teria se exaltado durante a conversa, falando em tom alto, o que teria provocado reação da sua parte. Pouco depois, um homem que não participava da discussão teria começado a xingá-la sem motivo aparente. Esse homem, segundo ela, era André Teodoro.
Ela explica que o filho pediu para que André parasse de gritar com a mãe, momento em que o indivíduo teria avançado em sua direção. Outras pessoas intervieram para evitar agressões físicas, e o marido de Cleide também se aproximou ao perceber a confusão.
A advogada afirma ter sido alvo de ofensas e difamações, inclusive em publicações posteriores, e diz que pretende registrar boletim de ocorrência e ingressar com ação judicial por injúria, calúnia e difamação. Segundo ela, todas as provas estão sendo reunidas.
Após o tumulto, a família decidiu deixar o local e buscar atendimento por meio de plano de saúde em outra unidade.
Ainda assim, Cleide afirma que entrou em contato com o secretário de Saúde, Nestor Filipe da Luz, para informar que não precisaria mais do serviço, mas pediu atenção às demais pessoas que aguardavam, incluindo idosos e crianças.






