Início POLÍCIA “EU VOU PRESA, MAS VOU FELIZ”: mulher esfaqueia companheiro, grava vídeo...

[VEJA O VÍDEO] “EU VOU PRESA, MAS VOU FELIZ”: mulher esfaqueia companheiro, grava vídeo com faca e caso choca moradores

Reprodução/Gazeta Web

Caso de violência doméstica terminou em tentativa de homicídio e imagens fortes nas redes sociais

Uma mulher foi detida nesta segunda-feira (23) após esfaquear o próprio companheiro e gravar um vídeo exibindo a faca usada no crime. O caso aconteceu em Maceió e está sendo investigado pela polícia.

Segundo as autoridades, a ocorrência começou após um chamado de violência doméstica. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram o homem, de 22 anos, caído no chão, inconsciente e com diversos ferimentos provocados por arma branca. As perfurações atingiram regiões graves do corpo, como abdômen, clavícula, olho esquerdo e costas.

Versões do caso

A mulher relatou à polícia que vinha sendo agredida pelo companheiro não apenas naquele dia, mas também em outras ocasiões. De acordo com ela, os golpes de faca foram uma reação para se defender das agressões.

Após o ocorrido, a suspeita foi levada para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, onde foi autuada por tentativa de homicídio simples. No entanto, devido à possibilidade de legítima defesa, ela foi liberada e responderá ao processo em liberdade.

Vídeo causa revolta

O caso ganhou grande repercussão após a circulação de um vídeo gravado pela própria mulher logo após o ataque. Nas imagens, ela aparece com o rosto e as mãos sujos de sangue, segurando a faca e fazendo declarações polêmicas.

“Eu vou presa, mas vou feliz, porque de homem eu não apanho mais”, disse.

Em outro momento, ela afirma não ter tido controle sobre suas ações e diz que foi ela mesma quem acionou a polícia.

“Quando peguei a faca, fiquei fora de mim. Não tive noção do que fiz”, declarou.

Investigação em andamento

O estado de saúde do homem não foi atualizado até o momento. O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias da agressão e verificar a veracidade das alegações de violência doméstica. (Com informações portal GazetaWeb)