A equipe falou sobre o serviço de acolhimento em “Família Acolhedora”, durante a 20ª Reunião Ordinária

O secretário Sérgio de Mello, acompanhado da coordenadora do programa, Maria Bernardete Canuto, da assistente social Lucilene Balbino e da psicóloga Sabrina Domeciano falaram do serviço, através do qual famílias cadastradas acolhem, em suas residências, crianças e adolescentes afastados do convívio familiar.

“É um serviço muito importante que atende casos de medida de proteção, em função de abandono ou pelo fato de a família se encontrar temporariamente impossibilitada de cumprir suas funções de cuidado e proteção”, explica o secretário.

Quando não existe essa possibilidade,
é feito o encaminhamento para adoção

Durante o período de acolhimento, são realizados esforços visando o retorno das crianças e adolescentes ao convívio com a família de origem, ou com pessoas significativas. Quando não existe essa possibilidade, é feito o encaminhamento para adoção.

“Há um ano nós iniciamos com esse projeto, montamos uma comissão, fizemos uma revisão na lei e agora estamos na fase de implementação. O Família Acolhedora é um serviço de proteção de alta complexidade, que requer muito mais atenção. Por isso vamos fazer agora a divulgação na rede e nos outros equipamentos”, explica Maria Bernardete.

As pessoas interessadas em conhecer o serviço Família Acolhedora devem procurar a Secretaria Municipal de Assistência Social, na Avenida Prefeito Eugênio Krause, nº 152, Centro.

Crédito adicional suplementar

Na ordem do dia da 20ª Reunião Ordinária o plenário aprovou por unanimidade o Projeto de Lei Ordinária nº 24/2023, de autoria do Executivo, que “dispõe sobre abertura de crédito adicional suplementar no valor de R$ 140 mil”.

O objetivo é suplementar ações governamentais no âmbito da Assistência Social de Penha, complementando atividades inerentes à concessão de benefícios eventuais devido ao aumento do número de usuários do CRAS e do CREAS. (Assessoria CMV)