Conforme o órgão, são 45 áreas não recomendadas para banho, que incluem trechos das praias centrais de Balneário Camboriú e de Itapema, no Litoral Norte, que estão entre as mais procuradas do estado.

Dos 237 pontos monitorados, 85% estão próprios. As praias da Pinheira, em Palhoça, e de Bombas, em Bombinhas, têm todos os pontos próprios.

Na capital, onde há o maior número de trechos analisados, 74 de 87 estão próprios para banho. Os 13 locais não recomendados incluem toda a Beira-Mar Norte, há um ano e sete meses nessa condição, a Praia do Forte e parte da Ponta das Canas.

Como é feita a análise de balneabilidade

A análise do IMA é baseada em uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que tem como parâmetro a bactéria Escherichia coli, achada no sistema digestivo dos animais de sangue quente.

São colhidas cinco amostras da água em um mesmo ponto com um intervalo de uma semana entre cada:

  • se ao menos quatro delas (80%) tiver até 800 Escherichia coli por 100 mililitros, o local é próprio;
  • caso não atenda a esse critério ou haja mais de 2 mil micro-organismos na coleta mais recente, ele é impróprio.

Durante a baixa temporada, que se estende de abril a outubro, o relatório de balneabilidade é divulgado mensalmente. Na alta temporada, isso é feito uma vez por semana. (g1)