As empresas eram utilizadas pela quadrilha na Grande Florianópolis para dissimular as transações financeiras do tráfico de drogas interestadual
As empresas eram utilizadas pela quadrilha na Grande Florianópolis para dissimular as transações financeiras do tráfico de drogas interestadual
Além do patrão, outros quatro integrantes do grupo criminoso foram presos, mas um suspeito segue foragido. A PCSC cumpriu cinco dos seis mandados de prisão preventiva.
Outros dois homens foram presos em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.
A operação da DRD/DEIC (Delegacia de Repressão às Drogas) ainda cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em Florianópolis, São José, Palhoça e Biguaçu simultaneamente.
Os alvos da operação “Patrón” foram o alto escalão do grupo criminoso, participantes de consórcio para compra de drogas e responsáveis pela distribuição local da mercadoria.
A polícia identificou que a quadrilha utilizava pessoas jurídicas para mascarar transações financeiras.
De acordo com o delegado Arthur Lopes, que coordenou a operação, as empresas eram revendedoras de veículos.
Além da prisão de sete suspeitos, a PCSC apreendeu três armas de fogo, maconha, um carro utilizado nos crimes e outros elementos informativos na manhã desta terça-feira.
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