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Filho procura mãe biológica após 30 anos e relação entre os dois choca o mundo

Divulgação

Uma história que começou como uma busca emocionante por origens familiares terminou provocando choque e revolta em diferentes países.

O caso envolve Kim West e seu filho biológico, Ben Ford, que se reencontraram décadas após a adoção e acabaram se envolvendo em um relacionamento amoroso que gerou enorme polêmica.

Adoção e reencontro após três décadas

Kim West deu à luz Ben quando tinha apenas 19 anos, enquanto estudava na Califórnia, nos Estados Unidos. Sentindo que não tinha condições de criar o bebê, ela decidiu entregá-lo para adoção apenas uma semana após o nascimento e retornou ao Reino Unido.

Durante mais de 30 anos, mãe e filho não tiveram qualquer contato.

Foi apenas em 2013 que Ben, já adulto, casado e vivendo no estado do Colorado, decidiu procurar seus pais biológicos. Após conseguir localizar Kim, ele enviou uma mensagem e os dois passaram a trocar conversas frequentes por telefone e pela internet.

Encontro mudou completamente a relação

No ano seguinte, em 2014, eles decidiram se encontrar pessoalmente pela primeira vez. Segundo relatos publicados pelo jornal britânico Daily Mirror, o reencontro rapidamente ultrapassou os limites esperados entre mãe e filho.

De acordo com os dois, a conexão foi imediata e intensa, levando-os a iniciar um relacionamento amoroso.

Na época, Ben ainda era casado com Victoria. Ele chegou a confessar à esposa que estava tendo dificuldades em manter a intimidade no casamento após se aproximar da mãe biológica.

Casamento terminou após revelação

A situação acabou se tornando insustentável. Ben revelou à esposa que Kim havia se tornado sua amante. Pouco tempo depois, o casamento chegou ao fim e ele decidiu ir morar com a mãe biológica em Michigan.

Quando a história se tornou pública, gerou indignação e críticas nas redes sociais e na imprensa internacional.

Relação poderia ser considerada crime

A polêmica aumentou porque o incesto consensual entre adultos é considerado crime em Michigan, podendo resultar em penas de até 15 anos de prisão.

Diante da pressão e da exposição pública, Kim e Ben passaram a evitar aparições e reduzir a vida social.

“Atração sexual genética”

Para justificar o relacionamento, o casal alegou que o que viveram seria um fenômeno conhecido como “atração sexual genética”. O conceito, bastante controverso, sugere que parentes que se conhecem apenas na vida adulta podem desenvolver atração justamente por não terem criado laços afetivos durante a infância.

Kim sempre rejeitou a classificação de incesto, afirmando que os dois teriam se apaixonado de forma inesperada.

Segundo ela, o sentimento era tão forte que ambos estavam dispostos a enfrentar críticas e julgamentos.

Destino do casal é desconhecido

Com o passar do tempo e após a repercussão mundial do caso, Kim e Ben decidiram se afastar dos holofotes. Desde então, não há informações claras sobre o que aconteceu com os dois ou se o relacionamento continuou.

A história segue sendo lembrada como um dos casos mais controversos já divulgados sobre reencontros familiares. (Com informações Jornal Extra)