A situação esquentou de vez na Câmara de Vereadores de Balneário Piçarras. O presidente do PL no município, Ângelo Margute, protocolou nesta semana o Ofício nº 002/2025, dando prazo de 72 horas para que o presidente da Casa, o vereador Lucas Maia (MDB), responda sobre a contratação urgente de segurança especializada para o Legislativo.
Segundo o documento, caso não haja resposta dentro do prazo, o caso poderá ser encaminhado ao Ministério Público (MP) por possível negligência.
Relembre os episódios que causaram o pedido urgente
O ofício cita uma sequência de situações graves dentro da Câmara:
* 📌 Durante a 48ª Sessão Ordinária de 2025, um homem em aparente surto psicótico invadiu o plenário portando cajado, faca e martelo, ameaçando parlamentares, servidores e cidadãos.
* 📌 O mesmo indivíduo voltou a invadir o local na 2ª Sessão Ordinária de 2026, sendo necessária a intervenção da Polícia Militar.
* 📌 Já na 3ª Sessão Ordinária de 2026, um servidor da Casa foi vítima de agressão física, caso amplamente divulgado pela imprensa local e que, segundo o documento, “por pouco não resultou em tragédia”.
De acordo com o presidente do PL, já se passaram mais de 70 dias desde o protocolo do Ofício nº 052/2025, que solicitava a contratação de empresa especializada em vigilância, sem que houvesse resposta efetiva ou medida prática.
“Prazo final”
“Reiterei o ofício hoje, foi protocolado, dando 72 horas para ele responder, sob pena de encaminhar ao Ministério Público por negligência”, sentenciou Margute.
O clima nos bastidores é de pressão e preocupação com a segurança de vereadores, servidores e da população que acompanha as sessões.
Agora, a expectativa gira em torno do posicionamento do presidente da Câmara dentro do prazo estabelecido.






