Uma operação do Ministério Público de Santa Catarina movimentou a cidade de Penha na tarde desta quarta-feira (1º).
O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), com apoio do Grupo Especial Anticorrupção (GEAC), cumpriu mandados de busca e apreensão dentro da Câmara Municipal.
De acordo com as informações, foram apreendidos notebooks e aparelhos celulares ligados ao presidente da Câmara, Luciano de Jesus, ao ex-chefe de gabinete Fabrício de Liz e à ex-diretora geral Tatiane Felício.
Todos são investigados por suspeita de envolvimento em um esquema de “rachadinha” envolvendo pagamentos de diárias.
APREENSÕES E MOVIMENTAÇÃO INTENSA
Equipes do GAECO se dividiram durante a ação. Parte dos agentes esteve no escritório de Fabrício de Liz, enquanto outra equipe realizou buscas na sala do presidente da Câmara.
Informações extraoficiais indicam que aparelhos eletrônicos foram recolhidos tanto no local de trabalho quanto em residências. Há relatos de que celulares e computadores foram apreendidos para análise.
Também há informações não confirmadas oficialmente de que investigados teriam sido conduzidos pelo GAECO durante a operação.
ESQUEMA DE “RACHADINHA” É INVESTIGADO
Segundo o Ministério Público, a investigação teve início em 2025 e aponta que servidores da Câmara estariam transferindo parte de seus rendimentos, via PIX, para contas ligadas aos investigados.
Esse tipo de prática é conhecido como “rachadinha”, quando parte do salário de funcionários públicos é devolvida a agentes políticos que indicaram os cargos.
As apurações indicam ainda que o suposto esquema teria como operador principal o então chefe de gabinete da presidência, responsável por recolher e repassar os valores, que teriam como destino final o presidente do Legislativo.
PRISÕES E INVESTIGAÇÃO EM ANDAMENTO
A Justiça expediu dois mandados de prisão preventiva — um contra um agente político e outro contra um servidor público — além de quatro mandados de busca e apreensão.
Todo o material recolhido será encaminhado à Polícia Científica, que fará a perícia nos equipamentos.
A expectativa é que novas provas ajudem a identificar outros envolvidos e aprofundar as investigações.
O caso está sob sigilo, e novas informações devem ser divulgadas conforme o andamento do processo.
CLIMA TENSO NA CIDADE
A operação causou forte repercussão em Penha e levantou questionamentos sobre a atuação de agentes públicos no município.
A população acompanha o caso de perto, enquanto as autoridades seguem com as investigações.
Mais detalhes podem surgir a qualquer momento.


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