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Quem tem medo da auditoria? Vereadora Manu sugere abrir a caixa preta de contratos e contratações após denúncias explosivas contra Câmara de Penha

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O clima esquentou de vez na política de Penha. Em meio a denúncias que abalaram os bastidores da Câmara de Vereadores, a vereadora Emanoelly Roberta Rodrigues Silva, a Manu do Adote Penha, protocolou uma indicação pedindo uma auditoria ampla, independente e rigorosa nos atos administrativos da Casa.

Medida vem após acusações pesadas

A iniciativa surge diante da gravidade das denúncias recentes envolvendo a Presidência da Câmara e servidores de alto escalão. Para a parlamentar, a situação exige uma resposta imediata, transparente e responsável.

“A população merece respostas claras. É nosso dever garantir que tudo seja apurado com seriedade e transparência, defende Manu.

O que será investigado?

A auditoria proposta não é superficial. A ideia é passar um verdadeiro pente-fino em Contratos firmados pela Câmara, Processos administrativos, Movimentações financeiras, Nomeações e Cargos, Contratações Reealizadas e demais atos de gestão.

O objetivo é identificar possíveis irregularidades, inconsistências ou até desvios de recursos públicos.

Transparência e responsabilidade em jogo

Segundo a vereadora, a medida é fundamental para garantir os princípios da administração pública, como legalidade, moralidade e eficiência — além de preservar a credibilidade do Legislativo perante a população.

Auditoria independente é ponto-chave

Um dos principais pontos da indicação é que a investigação seja feita por um órgão técnico independente ou com acompanhamento de entidades de controle externo, garantindo imparcialidade no processo.

População cobra respostas

A proposta já repercute e aumenta a pressão sobre a Câmara. Em meio à crise de confiança, moradores exigem esclarecimentos e providências concretas.

E agora?

Cabe agora à Mesa Diretora analisar a indicação e decidir se a auditoria será instaurada. Enquanto isso, cresce a expectativa por respostas e, principalmente, por transparência.

A movimentação de Manu pode marcar um ponto de virada na política local — e acende o alerta: quando há suspeitas, o silêncio não é mais uma opção.