O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.
Ele justificou a permanência norte-americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.
“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.
Administração da Venezuela e opositora de Maduro descartada
Questionado sobre como funcionará a administração da Venezuela, Trump afirmou que o país será governado “por um grupo, de forma adequada”, sem dar detalhes sobre a composição ou o modelo dessa gestão. O republicano, no entanto, disse que a opositora de Maduro, María Corina Machado “não tem apoio” para liderar.
“Acho que para ela seria muito difícil ser a líder porque ela não tem o apoio ou o respeito de todo o país ela é uma mulher muito simpática mas ela não tem respeito”.
Mais cedo, ela havia divulgado uma carta dizendo que “chegou a hora da liberdade”. (Com informações Metrópoles)