Um caso bizarro causou revolta a uma família catarinense durante um velório realizado em Capinzal, na última terça-feira (23). Amigos e familiares receberam, por engano, o corpo errado para o sepultamento, o que levou ao acionamento da Polícia Militar (PM).
Por volta das 14h20, no cemitério de Capinzal, os policiais conversaram com o irmão da pessoa que estava a ser velada, um homem de 39 anos.
Ele relatou que a família havia sido impedida de reconhecer o corpo no Instituto Médico Legal (IML) de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.
Diante da situação, os familiares decidiram abrir o caixão, que estava lacrado.
Ao retirar as lonas que envolviam o corpo, o irmão percebeu que não se tratava do familiar falecido, ficando bastante assustado. Em seguida, optou por acionar a Polícia Militar.
Os policiais ouviram o agente funerário responsável pelo translado do corpo, que explicou que, ao chegar a Caxias do Sul, já decorria o velório com parte da família — esposa e filhos. Após cerca de duas horas, iniciou a viagem com o corpo em caixão lacrado até Capinzal.
Já no cemitério catarinense, ao remover o caixão do carro funerário em direção ao jazigo, o irmão da vítima informou que abriria o caixão para realizar o reconhecimento. Diante disso, a Polícia Civil foi acionada e solicitou a presença da Polícia Científica no local para a realização dos procedimentos legais.
Na quinta-feira (25), a Polícia Militar voltou a ser chamada para acompanhar a chegada do corpo correto, que foi devidamente reconhecido e, posteriormente, liberado à família.
O corpo levado de forma equivocada para Santa Catarina foi devolvido a Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. As autoridades competentes deverão investigar as circunstâncias que levaram à troca.






