O caso foi abordado na nossa Tribuna do Povo na última semana, pela cidadã Andressa Airoso
Era pra ser uma praça, mas virou um caso de polícia. O espaço de lazer da 3ª Avenida, localizado na esquina da Rua 268, tem transformado a vida dos moradores do entorno do local num verdadeiro caos.
“Nossas refeições são feitas com gritos e palavrões dentro de casa. Ameaças frequentes aos moradores e invasões! Xingamentos de todo o tipo. Como explicar que a parede da nossa casa não é a parede de uma quadra. Que aquilo lá é uma moradia. Que do outro lado da parede nós existimos” – Andressa Airoso.
O caso foi abordado na nossa Tribuna do Povo na última semana, pela cidadã Andressa Airoso. Seu relato causou indignação no plenário, e a lista de problemas é longa. Barulho intenso durante todo o dia, gritaria, som alto até tarde da noite, uso de drogas e discussões que terminam em ameaça física e ao patrimônio dos moradores do local, que inclusive já tiveram suas casas invadidas e depredadas por frequentadores desta praça.
Os moradores do local reclamam da dificuldade de chamar a Polícia Militar, e cobram uma resposta do poder público para o problema. Eles pedem um estudo de impacto de vizinhança e que o espaço de lazer seja realocado para um local adequado.
Andressa representou sua vizinhança, entre eles idosos, autistas e cidadãos que reclamam da falta de ação do poder público, que prometeu uma solução, mas hoje – segundo eles – já não responde mais às investidas dos moradores.
“Já batizei ela de “Praça de ninguém”. Ninguém faz nada, ninguém se responsabiliza. Vamos passar o resto da vida chamando Guarda? Tentando chamar a PM? Todos nossos dias vão ser assim? Aquilo virou uma terra de vândalos”. (Assessoria CVITP)






