Após a repercussão da reportagem veiculada pelo OISC sobre a instalação irregular de placas de estacionamento na sede das Promotorias de Justiça de Penha a situação foi resolvida com a remoção das placas
Uma situação que gerou revolta e discussão entre moradores finalmente teve um desfecho — ao menos por enquanto.
Após a repercussão da reportagem veiculada pelo OISC sobre a instalação irregular de placas de estacionamento na sede das Promotorias de Justiça de Penha a situação foi resolvida com a remoção das placas.
O morador e usuário de estacionamento, Carlos Alberto Deziderio confirma que as vagas “exclusivas do Ministério Público” já não estão mais ocupando espaços destinados a idosos e pessoas com deficiência.
“As vagas privativas do Ministério Público não estão mais atingindo o local de idosos e nem de deficientes. Elas estão nas demais vagas. Então, foi cumprido o que foi prometido”, diz o trecho.
RECUO APÓS PRESSÃO
A mudança ocorre após críticas da população, que apontaram erro grave na sinalização — considerada uma afronta aos direitos de pessoas idosas e com deficiência.
A repercussão ganhou força nas redes sociais e colocou pressão sobre os responsáveis pela instalação das placas.
ERRO OU FALTA DE ATENÇÃO?
Anteriormente, o próprio órgão já havia informado que o problema teria sido causado por um equívoco da empresa terceirizada responsável pela sinalização.
Mesmo assim, o caso levantou questionamentos sobre fiscalização e responsabilidade.
POPULAÇÃO SEGUE DE OLHO
Apesar da correção, moradores seguem atentos e cobram mais cuidado para evitar situações semelhantes no futuro.
O episódio reforça a importância de respeito às vagas prioritárias — que são um direito garantido por lei.



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