A Receita Federal inicia, no dia 23 de março, o período de entrega do Imposto de Renda 2026, com uma novidade importante: a previsão de que 80% das restituições sejam pagas até 30 de junho, em apenas quatro lotes.
O prazo para envio da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026, referente aos rendimentos de 2025, vai até 23h59 do dia 29 de maio.
Quem perder o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.
Todos os anos, milhões de brasileiros precisam informar rendimentos, bens, investimentos, dívidas e despesas dedutíveis.
A organização das informações e a orientação profissional são essenciais para evitar erros e problemas com o Fisco.
Quem deve declarar o Imposto de Renda em 2026
Estão obrigados a declarar os contribuintes que, no ano-base 2025:
- Receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00;
- Tiveram rendimentos isentos ou não tributáveis acima de R$ 40.000,00;
- Possuíam bens ou direitos de valor relevante ao final do ano;
- Realizaram operações na bolsa de valores;
- Obtiveram ganho de capital na venda de bens;
- Tiveram receita bruta de atividade rural acima do limite.
➡️ Mesmo quem não é obrigado pode declarar para receber restituição de valores pagos a mais.
Tabela do Imposto de Renda 2026
A tabela progressiva anual segue as seguintes faixas:
- Até R$ 28.467,20 – Isento
- De R$ 28.467,21 a R$ 33.919,80 – 7,5%
- De R$ 33.919,81 a R$ 45.012,60 – 15%
- De R$ 45.012,61 a R$ 55.976,16 – 22,5%
- Acima de R$ 55.976,16 – 27,5%
Além disso, a legislação passa por mudanças com a Reforma Tributária, que busca simplificar o sistema e aumentar a transparência. O cruzamento de dados da Receita está cada vez mais rigoroso, exigindo atenção redobrada dos contribuintes.
Restituição do imposto
Quem pagou imposto a mais em 2025 poderá receber restituição, que será paga em lotes ao longo do ano.
Têm prioridade:
- Idosos;
- Pessoas com deficiência ou doenças graves;
- Professores;
- Quem usar a declaração pré-preenchida e optar por receber via Pix.
⏱️ Quanto antes enviar a declaração, maiores as chances de receber nos primeiros lotes.
Organização evita cair na malha fina
Para preencher corretamente, é importante reunir:
- Informes de rendimentos (empresas e bancos);
- Extratos de investimentos;
- Recibos médicos;
- Comprovantes de educação;
- Documentos de compra e venda de bens.
Qualquer inconsistência pode levar à malha fina, quando a Receita analisa detalhadamente os dados.
Orientação profissional faz a diferença
Segundo a contadora Luciana de Oliveira Custódio, com mais de 20 anos de experiência, o apoio profissional pode evitar erros e até gerar economia:
“A declaração do Imposto de Renda exige atenção às regras fiscais. Muitas vezes o contribuinte deixa de deduzir despesas ou informa dados incorretos. O acompanhamento de um profissional garante mais segurança e tranquilidade.
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