Início CAMBORIÚ Hóspedes pagavam estadia vendendo drogas e cocada em Camboriú

Hóspedes pagavam estadia vendendo drogas e cocada em Camboriú

Divulgação

Além das drogas, a polícia encontrou fábrica clandestina de alimentos em meio ao acúmulo de sujeira, presença de insetos, criação de animais no mesmo espaço de produção dos alimentos e armazenamento inadequado dos insumos, inclusive junto a veneno para ratos 

Na manhã do dia 17 de junho, a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio dos agentes do Setor de Investigação Criminal (SIC) da Delegacia de Polícia da Comarca de Camboriú, deu cumprimento a um Mandado de Busca e Apreensão em um imóvel residencial localizado no bairro Monte Alegre, resultando na prisão em flagrante de L.C.N.C., de 63 anos, pelo crime de tráfico de drogas.

A investigação teve início após denúncias anônimas apontarem que o morador estaria utilizando o imóvel para práticas relacionadas ao tráfico de entorpecentes.

Conforme apurado, o investigado oferecia estadia e favores em troca de drogas e, ainda, utilizaria essas pessoas para comercialização dos entorpecentes nas ruas.

Durante o cumprimento da ordem judicial, ao perceber a chegada dos policiais, o suspeito correu para o interior da residência, mas foi rapidamente alcançado pela equipe.

No momento da abordagem, ele estava fracionando e embalando substâncias entorpecentes para posterior comercialização.

No local foram apreendidas substâncias análogas à maconha, crack, cocaína e ecstasy, além de materiais utilizados na traficância, como balanças de precisão.

Durante a ação, os policiais também identificaram que no imóvel funcionava uma fábrica clandestina de cocadas. Foram encontradas diversas unidades embaladas e prontas para comercialização.

No entanto, diante das condições extremamente insalubres do ambiente — com acúmulo de sujeira, presença de insetos, criação de animais no mesmo espaço de produção dos alimentos e armazenamento inadequado dos insumos, inclusive junto a veneno para ratos — a situação foi imediatamente comunicada à Vigilância Sanitária do município.

As cocadas foram apreendidas para impedir sua comercialização e preservar a saúde pública.

Após os procedimentos legais, o preso foi colocado à disposição do Poder Judiciário e, durante audiência de custódia, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva.