A autoria e a motivação do crime continuam sendo mistério para a polícia

Diego Djonatan Pereira, 33 anos, morto neste domingo (13), no “Bailão do Barroso”, bairro do São Cristóvão, em Barra Velha, com um tiro na cabeça não tinha passagens pela polícia. Os autores e a motivação do crime ainda são desconhecidos.

O “estouro” relatado pelos festeiros gerou correria e tumulto. Ao chegar no banheiro, os funcionários da casa encontraram Diego morto, com marca de tiro na cabeça.

Segundo informações, Diego era natural de Rio do Campo, em Santa Catarina, não tinha passagens policiais e trabalhava com carga e descarga numa empresa de logística em Barra Velha. Ele não tinha filhos, era solteiro e morava com a mãe.

O tumulto, no momento do crime, impediu que os funcionários encontrassem o autor do disparo. Porém, o estabelecimento conta com uma câmera de segurança na entrada, que servirá para auxiliar as investigações. Outro ponto que pode auxiliar na investigação é o relato de uma mulher. Ela era amiga de Diego e admitiu que ouviu o barulho. Em seu depoimento, a mulher disse que o som foi similar a uma “bombinha”.