A assessora da vereadora Drica chamada Priscila informou que não conseguiu localizar a vereadora para responder aos questionamentos; entre os questionamentos encaminhados pela nossa reportagem estavam como a vereadora recebeu a notícia do arquivamento, se a decisão do Ministério Público altera os rumos da CPI e o que a comissão pretende investigar diante da conclusão do caso
O arquivamento do inquérito civil que investigava uma suposta cobrança de contribuições de servidores comissionados ligados ao Partido Liberal (PL) continua gerando repercussão em Balneário Piçarras.
Após a divulgação da decisão do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a reportagem do OISC procurou a presidente da chamada CPI da “Rachadinha”, vereadora Adriana Drica, para comentar o arquivamento e esclarecer quais serão os próximos passos da comissão parlamentar instalada na Câmara Municipal.
Entre os questionamentos encaminhados estavam como a vereadora recebeu a notícia do arquivamento, se a decisão do Ministério Público altera os rumos da CPI e o que a comissão pretende investigar diante da conclusão de que não foram encontradas provas de obrigatoriedade nos repasses ou de ameaças a servidores.
No entanto, segundo resposta enviada à reportagem, a assessora da parlamentar Priscila informou que não conseguiu localizar a vereadora para responder aos questionamentos.
O Ministério Público arquivou o procedimento após ouvir vereadores, assessores, diretores e dirigentes partidários.
Conforme a decisão, a investigação não encontrou elementos suficientes para comprovar que servidores eram obrigados a realizar contribuições financeiras ou que existia qualquer condicionamento relacionado à manutenção dos cargos públicos.
A decisão foi comemorada pela direção municipal do PL, que classificou o arquivamento como o encerramento das acusações envolvendo o caso.
Enquanto isso, permanece a expectativa sobre o posicionamento da presidência da CPI. A comissão foi criada justamente para investigar os mesmos fatos analisados pelo Ministério Público, e ainda não está claro se os vereadores possuem novos elementos ou linhas de investigação que justifiquem a continuidade dos trabalhos.
A reportagem do OISC permanece à disposição para publicar o posicionamento da vereadora Adriana Drica assim que houver manifestação oficial.






