Pesquisador da Univali alerta para o perigo do contato com a espécie
Uma água-viva apareceu no mar em Porto Belo. Mas não é qualquer água-viva. Pelas imagens feitas por João André Baltazar, o oceanógrafo da Univali, Charrid Resgalla Júnior, confirmou que é de uma espécie de rara aparição nas águas brasileiras e mais: muito venenosa.
João disse que outra da mesma espécie foi pescada pela rede que ele e o irmão lançaram no mar e eles a devolveram ao mar. Segundo ele, a água-viva tinha cerca de 50 centímetros entre a cabeça e os tentáculos.
O oceanógrafo Charrid informou que a água-viva é da espécie Tamoya haplonema, também conhecida como “cubozoa”, e considerada muito perigosa. A toxina é forte e quem entrar em contato com ela pode ter, além de marcas na pele, dor, náuseas e vômitos. A espécie é comum no Uruguai por conta da temperatura bem baixa da água. (Diarinho)


![[VEJA O VIDEO] DEU TAINHA! Mais de 14 mil tainhas são capturadas em arrasto histórico em Bombinhas](https://oisc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Projeto-2026-06-07T171045.955-100x70.jpg)



