Pesquisador da Univali alerta para o perigo do contato com a espécie

Uma água-viva apareceu no mar em Porto Belo. Mas não é qualquer água-viva. Pelas imagens feitas por João André Baltazar, o oceanógrafo da Univali, Charrid Resgalla Júnior, confirmou que é de uma espécie de rara aparição nas águas brasileiras e mais: muito venenosa.

João disse que outra da mesma espécie foi pescada pela rede que ele e o irmão lançaram no mar e eles a devolveram ao mar. Segundo ele, a água-viva tinha cerca de 50 centímetros entre a cabeça e os tentáculos.

O oceanógrafo Charrid informou que a água-viva é da espécie Tamoya haplonema, também conhecida como “cubozoa”, e considerada muito perigosa. A toxina é forte e quem entrar em contato com ela pode ter, além de marcas na pele, dor, náuseas e vômitos. A espécie é comum no Uruguai por conta da temperatura bem baixa da água.  (Diarinho)