Vítima natural do Paraná apresentava marcas de sangue no pescoço e na cabeça. Uma das mãos estava posicionada sobre o próprio pescoço, como se tentasse conter o sangramento
A manhã desta segunda-feira começou com uma cena chocante às margens do Rio Itajaí-Açu, ao lado da ponte da Rua Eugênio Pezzini.
Um homem de 46 anos foi encontrado morto em um trecho de difícil acesso, em meio ao mangue. A suspeita inicial é de homicídio doloso consumado.
A Polícia Militar foi acionada pela Central Regional de Emergência após a informação de encontro de cadáver.
No local, um vigilante de uma empresa próxima orientou os policiais até o ponto exato onde o corpo estava.
Os militares precisaram entrar por uma área estreita às margens do rio. Lá, encontraram o homem deitado de bruços, já sem vida. Ele apresentava marcas de sangue no pescoço e na cabeça. Uma das mãos estava posicionada sobre o próprio pescoço, como se tentasse conter o sangramento.
Perícia aponta golpes no pescoço
Durante os primeiros levantamentos, foram identificadas três lesões perfurocortantes no lado esquerdo do pescoço, além de sangramento nasal. O cenário reforça a hipótese de crime violento.
A área foi isolada e a Polícia Civil e a Polícia Científica acionadas para realizar a perícia e recolher o corpo.
Quem era a vítima
O homem era natural de Cambé e estava em situação de rua. Ele possuía registros policiais por furto. A última ocorrência foi em 24 de dezembro de 2025, quando acabou preso após furtar uma escola em Balneário Camboriú.
Testemunha relatou descoberta
Um vigilante contou que um homem procurou a portaria da empresa afirmando que havia ido até a margem do rio para usar drogas. Ao chegar ao local, segundo ele, se deparou com o corpo ensanguentado.
Investigação em andamento
O caso agora será investigado pela Polícia Civil, que trabalha para identificar o autor e esclarecer a motivação do crime.
A morte violenta reacende o alerta sobre a vulnerabilidade de pessoas em situação de rua e a insegurança em áreas isoladas da cidade.






