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Moradores do Itacolomi denunciam sequência de furtos e questionam a retirada de câmeras de monitoramento

Reprodução

O aumento nos registros de furtos tem tirado o sossego de moradores do bairro Itacolomi, em Balneário Piçarras.

As ocorrências vêm sendo relatadas com maior frequência nas ruas 2850 (Pescada), 2900 (Nonato Costa) e 2950 (Moema), onde a comunidade afirma viver sob constante sensação de insegurança.

De acordo com moradores, os crimes estariam ocorrendo de forma recorrente e, em muitos casos, aproveitando rotas de fuga que passam por uma área de mata.

O acesso liga a rua Moema (2950) e rua Mato Grosso (3000), permitindo que suspeitos atravessem transversais até áreas próximas conhecidas pela população.

Um dos moradores afirma que a comunidade já buscou apoio das forças de segurança, mas considera o efetivo insuficiente para atender a demanda do bairro.

Segundo ele, a falta de presença policial ostensiva tem contribuído para o clima de medo entre os vizinhos.

Outro ponto levantado é a ausência de monitoramento comunitário por câmeras, serviço que anteriormente auxiliava os moradores na prevenção de crimes, mas foi suspenso ainda no primeiro mandato do prefeito Tiago Baltt (MDB).

Com a desativação do serviço, os moradores dizem ter perdido um dos poucos recursos de vigilância disponíveis na região.

Eles também questionam se há câmeras instaladas por órgãos de segurança pública e se os equipamentos estão em funcionamento.

Sem respostas claras e com a sequência de ocorrências, a população afirma estar apreensiva e cobra medidas concretas, como reforço no policiamento, estratégias mais eficazes de patrulhamento e ampliação do monitoramento.